16 de outubro de 2021

Bahia Política

Sem Meias Verdades

Ao lado de ministro, Bruno 'cutuca' governo Dilma e convida Bolsonaro para entrega do BRT – Bahia Notícias

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Tem grupo de WhatsApp com tanta solução pra tudo que daqui a pouco vira partido. Aliás, política tá uma coisa tão estranha que até Jacaré e Mordomo voltaram a ter moral. Enquanto isso, tudo indica que as chapas do ano que vem vão estar concentradas na Avenida Sete, entre o Wildberger e o Corredor da Vitória. Pelo menos prova que o Estado privilegia os sindicalistas. Saiba mais!

“Acho que temos que fazer com que o DEM se posicione claramente em relação a isso [a oposição a Bolsonaro], defendendo a democracia. Eleitoralmente eu também acho impossível caminharmos juntos, temos programas muito diferentes, enfim. Mas não estamos falando da questão eleitoral”.
 
Disse a deputada federal e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, ao comentar não descarta completamente que o partido e o Democratas, mesmo que em campos políticos diferentes, caminhem juntos em defesa da democracia. 
Pessoalmente, os planos da deputada federal e presidente estadual do PSB da Bahia, Lídice da Mata, é garantir a reeleição para a Câmara Federal. A postura, no entanto, não tira por completo o PSB de uma espécie de ‘stand by’ em relação à composição da chapa oriunda da base aliada, que deverá buscar a sucessão do governador Rui Costa. Em entrevista ao Bahia Notícias, Lídice garantiu que “se o cavalo passar selado”, a legenda não se esquivará de compor a majoritária. Vale ressaltar que, em uma eventual vitória do atual senador Jaques Wagner, a legenda liderada pela parlamentar ocupará uma cadeira no Senado. Assumiria o lugar de Wagner o atual vice-prefeito de Ilhéus e ex-deputado federal, Bebeto Galvão. Também avalia ainda as condições em torno do fortalecimento do impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), sobretudo após os atos de 7 de setembro, os quais aprofundaram os conflitos entre os Poderes constituídos.

por Lula Bonfim / Mauricio Leiro
O prefeito Bruno Reis criticou o governo Dilma Rousseff (PT) por atrasos em obras e agradeceu ao ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, por obras em Salvador. Reis participou da entrega de 500 unidades de casas do programa "Casa Verde e Amarela", nesta quinta-feira (16). 

 
"Seja para tratar de assuntos que envolvem os prefeitos como o problema do transporte públicos. Todas as ocasiões, Rogério Marinho, nordestino como nós, com a sensibilidade nunca mediu esforços. Se se sinta em casa, estamos aqui para lhe acolher, na tarde da entrega das 500 unidades. Essa obra iniciou em 2011, na gestão de [ACM] Neto e do ex-presidente da República. Elas ficaram 8 anos paralisadas e no final de 2018, e em 2019 elas foram retomadas. Foram investidos através da Caixa quase R$ 9 milhões. Agora as famílias vão poder morar com dignidade", comentou. 
 
Bruno Reis também ressaltou que procura governar para a população de Salvador e aproveitou para convidar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para uma visita. "O presidente, se quiser e puder vir para Salvador para assinar o BRT, será bem recebido. Eu como prefeito fui eleito para mudar e transformar a vida das pessoas. Converso com o ministro João Roma, que estava com presença agendada, sempre tratando dos interesses de Salvador", disse. 
As mortes em sequência de três policiais militares da tropa baiana reacendeu, nesta semana, as discussões em torno do agravamento daquela que é uma das consequências mais deletérias dos problemas da segurança pública no Brasil. O episódio 95 do Terceiro Turno pauta a escalada de vitimização policial, assim como os elementos sociais que se entrelaçam, permitindo a puxada para cima dos dados estatísticos. A discussão conta com a participação do professor universitário e doutorando da UNB, Ismar Nascimento.   

Com a maioria da população adulta vacinada contra Covid-19, é possível retomar a normalidade?
Em abril do ano passado falamos nesse mesmo espaço sobre a necessidade da revisão do pacto federativo brasileiro e sobre os problemas que decorrem da forma como é realizada a divisão de recursos entre os entes federados: União, estados e municípios. Hoje vamos falar sobre as emendas parlamentares e como elas, em conjunto com essa conjuntura, montam uma armadilha antidemocrática.

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