Bahia Política

Sem meias verdades

Aleluia aponta perversidade de Rui Costa por manter ação no STF

O vereador Alexandre Aleluia (PL), presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal de Salvador, comentou que a redução do ICMS anunciado pelo governador Rui Costa (PT) após pressão do presidente da República Jair Bolsonaro (PL) não é uma garantia de que a decisão do governo estadual seja para valer. Aleluia diz que o governador é perverso com o povo baiano ao não retirar ação do STF contra a lei que fixou em 17% a alíquota máxima do ICMS sobre combustíveis.

“O governador Rui Costa é perverso com o povo baiano. É inacreditável vermos um governador entrar na Justiça para poder cobrar imposto de um povo que já sofre com desemprego causado pela sua política tirânica do ‘fica em casa’. Não tem como não ficar indignado. O presidente Jair Bolsonaro liberta o povo, mas o PT joga contra”, declarou Alexandre Aleluia, nesta sexta-feira (1º).

Aleluia recordou que o governador do PT mantém, junto aos outros oito governadores dos estados do Nordeste, ação no STF contra proposta defendida pelo presidente Bolsonaro que foi aprovada no Congresso e reduziu a alíquota do ICMS sobre combustíveis para no máximo 17%. “Ele reduziu porque viu os preços reduzirem em outros estados que aceitaram a proposta do presidente. Mas ele vai retirar a ação no Supremo?”, indagou Aleluia.

O edil soteropolitano, que acompanhou agenda de Jair Bolsonaro na última sexta-feira (1º) em Feira de Santana, Cruz das Almas e Maragojipe, testemunhou a cobrança pública feita pelo presidente ao petista. “O presidente deixou claro para os baianos quem é o culpado pelo preço absurdamente alto da gasolina na Bahia. Sem saída, o governador teve que emitir o decreto”, disse Aleluia.

O vereador bolsonarista disse que somente a retirada da ação pode garantir aos consumidores baianos preços mais baixos nos postos de combustíveis. “Sabemos da sanha arrecadatória dos governos de esquerda; somente a pressão das ruas e o medo das urnas pode frear essa tara pelo dinheiro dos cidadãos”, comentou Alexandre Aleluia. (Ascom)