
O presidente estadual do PL e ex-ministro da Cidadania, João Roma, afirmou que a atuação “desequilibrada” do Supremo Tribunal Federal (STF) tem causado insegurança jurídica no Brasil. Em entrevista à Rádio CBN Bahia, ele destacou que o STF deveria ser o guardião da Constituição, mas que decisões recentes vêm gerando controvérsias e repercussão internacional, especialmente no caso da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Roma lembrou que o atual processo começou na gestão do ministro Dias Toffolli, quando Alexandre de Moraes foi designado relator do inquérito sobre “Fake News” sem sorteio, o que gerou críticas. Segundo ele, o STF adotou medidas consideradas exageradas e inadequadas, ultrapassando o que está previsto na legislação brasileira, o que culminou no escândalo conhecido como “Vaza-Toga”.
O ex-ministro também destacou a existência de “dois pesos e duas medidas” durante o processo eleitoral entre Lula e Bolsonaro, que provocaram sentimento de revolta em parte da população e culminaram nos protestos do dia 8 de janeiro. Contudo, Roma afirmou que esses atos estão longe de configurarem uma tentativa de golpe de Estado.
Sobre Jair Bolsonaro, Roma ressaltou que não há acusações de corrupção contra o ex-presidente e que o PL mantém o apoio à sua candidatura para as eleições presidenciais. Ele também criticou os governos do PT na Bahia e no Brasil, classificando-os como projetos políticos desgastados que não cumpriram suas promessas eleitorais.
Por fim, João Roma anunciou sua pré-candidatura ao Governo da Bahia e defendeu a união das forças de oposição para derrotar o PT e promover o crescimento do estado. Segundo ele, essa é a principal estratégia para o futuro político e econômico da Bahia.
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