
O deputado mineiro Nikolas Ferreira antecipou o que muitos só previram: a prisão preventiva de Jair Bolsonaro. Ele deixou claro: “Pode ser amanhã”. E, de fato, poucas horas depois, a ordem foi emitida.
Na manhã deste sábado, a Polícia Federal deteve o ex-presidente em sua residência e o levou para a Superintendência em Brasília. A medida do ministro Alexandre de Moraes visou garantir a ordem pública, após a convocação de vigília por Flávio Bolsonaro e o receio de mobilização nas ruas.
Apesar das tentativas de transmitir normalidade, com declarações sobre a saúde do ex-mandatário ou possíveis crises emocionais, o cenário se encaixou na previsão feita por Nikolas. Agora, a narrativa se divide: de um lado, o bolsonarismo aponta “perseguição”; do outro, a Justiça sinaliza tolerância zero para riscos de desordem.
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