
A pressão dos moradores tirou do papel a obra da BA-784, entre Amélia Rodrigues e São Bento do Inhatá. Após dias de protestos, cobranças públicas e forte repercussão regional, a Seinfra confirmou o início dos serviços para a primeira quinzena de abril. Assim, a mobilização popular se consolidou como fator decisivo para acelerar a resposta do governo.
Além disso, moradores e motoristas aumentaram a cobrança depois de denunciarem buracos, erosões e riscos constantes no trecho. O desgaste cresceu rapidamente nas redes sociais e no debate político local. Por isso, o anúncio do governo surgiu como resposta direta à pressão das ruas e ao temor de novos protestos.
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Pressão popular mudou o ritmo da obra
Enquanto isso, a publicação do contrato com a empresa responsável reforçou a percepção de que a gestão estadual precisou agir. No entanto, lideranças locais afirmam que a intervenção poderia ter começado antes. Ainda assim, a mobilização fez o problema ganhar prioridade e mudou o ritmo da decisão administrativa.
O projeto prevê a recuperação do asfalto e a recomposição de pontos atingidos por erosão em 6,20 quilômetros da rodovia. Dessa forma, a expectativa agora se volta para a chegada das máquinas e das equipes no local. Além disso, moradores prometem manter a fiscalização para evitar novos atrasos.
No cenário político, o episódio deixa uma mensagem direta: o governo só confirmou a obra após o povo ocupar as ruas e ampliar a pressão. Por isso, a BA-784 virou exemplo da força da mobilização popular no interior da Bahia. Dessa maneira, o protesto deixou de ser apenas reivindicação e passou a produzir resultado concreto.
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