Alckmin minimiza greve dos caminhoneiros

Vice diz que paralisação “não faz sentido” após medidas sobre diesel

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou na terça-feira (17/03/2026) que uma possível greve dos caminhoneiros “não tem muito sentido”. Segundo ele, o governo federal já adotou medidas para conter a alta do diesel e evitar impactos no abastecimento.

Durante evento em Brasília, Alckmin destacou que o governo se antecipou ao cenário de pressão nos preços dos combustíveis. Além disso, reforçou que ações emergenciais já estão em vigor para reduzir custos e garantir estabilidade no setor.

Entre as medidas, o vice-presidente citou a zeragem de PIS e Cofins sobre o diesel. Além disso, mencionou a criação de um subsídio temporário para produtores e importadores. Dessa forma, o governo tenta equilibrar o preço ao consumidor e evitar desabastecimento.

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Governo tenta conter crise dos combustíveis

O pacote anunciado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve custar cerca de R$ 30 bilhões. Por isso, a gestão federal aposta em ações rápidas para minimizar os efeitos da alta internacional do petróleo.

Enquanto isso, representantes dos caminhoneiros seguem insatisfeitos. Eles alegam que o aumento do diesel compromete a viabilidade do transporte de cargas. Assim, lideranças da categoria já discutem uma possível paralisação nacional.

PT articula nova estatal de combustíveis

Ao mesmo tempo, aliados do governo defendem mudanças estruturais no setor. O PT pretende incluir no plano de governo a criação de uma nova estatal de distribuição de combustíveis.

A proposta surge como alternativa após a privatização da BR Distribuidora, hoje Vibra Energia. No entanto, há um impedimento contratual que impede a Petrobras de atuar no varejo até 2029.

Ainda assim, parlamentares articulam saídas no Congresso. Eles defendem que o combustível seja tratado como questão estratégica nacional. Dessa forma, o debate sobre reestatização volta ao centro do cenário político.

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