
A CPI do Crime Organizado recorreu da decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, que anulou a quebra de sigilo do fundo Arleen. A comissão busca reverter o entendimento e sustenta que existem indícios consistentes contra o fundo.
Além disso, os senadores afirmam que a medida não teve como objetivo burlar decisão anterior da Corte. No entanto, o STF já havia invalidado a quebra de sigilo da empresa Maridt, ligada ao ministro Dias Toffoli, o que ampliou a controvérsia.
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Senadores apontam suspeitas financeiras
Segundo a CPI, há “fundadas suspeitas” de que o fundo Arleen integre uma estrutura financeira usada para movimentar e ocultar recursos ilícitos. Dessa forma, os parlamentares defendem que a investigação precisa avançar para esclarecer possíveis conexões com organizações criminosas.
Ainda assim, o fundo conseguiu na Justiça a extensão da decisão favorável concedida anteriormente à empresa Maridt. Por isso, a quebra de sigilo acabou anulada, o que gerou reação imediata da comissão.
Negócio com empresa da família de Toffoli
O caso ganhou repercussão após a revelação de que o fundo Arleen comprou participação de uma empresa da família de Dias Toffoli no resort Tayayá, no Paraná. Enquanto isso, a CPI tenta aprofundar a apuração sobre a origem e a movimentação dos recursos envolvidos.
Por fim, com o recurso apresentado, os senadores esperam reverter a decisão do STF. Dessa forma, a comissão busca retomar o acesso às informações financeiras e dar continuidade às investigações.
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