
A Polícia pediu à Justiça a prisão preventiva de Amauri Pinho e Advando Furtado Júnior. O pedido integra um inquérito que apura a atuação de uma organização criminosa voltada à tomada fraudulenta de partidos políticos, com foco no PRTB. A Justiça agora analisa o requerimento.
De acordo com a investigação, novos elementos revelam uma escalada criminosa. Além disso, os investigados passaram a coagir testemunhas, pressionando convencionais do Diretório Nacional do PRTB a alterar depoimentos já prestados às autoridades.
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Segundo a notícia-crime, Amauri Pinho atuou por meio de Advando Furtado Júnior para pressionar e ameaçar convencionais, com o objetivo de sustentar uma narrativa considerada fraudulenta. Dessa forma, os investigadores enquadraram as condutas nos crimes de coação no curso do processo e embaraço à investigação de organização criminosa.
Por isso, a Polícia Federal defendeu a prisão preventiva como forma de garantir a ordem pública e a normalidade do processo eleitoral. Ainda assim, os investigadores destacaram o risco concreto de reiteração delitiva, sobretudo diante das tentativas de interferência direta na produção de provas.
Enquanto isso, o presidente nacional do PRTB, Leonardo Avalanche, afirmou que sofreu a ação de um grupo organizado. Segundo ele, o grupo falsificou documentos e passou a coagir testemunhas. “Confio na Polícia Federal e na Justiça. O PRTB será reorganizado dentro da legalidade antes das eleições de 2026”, declarou. Fonte (SP Hoje).
Até a publicação desta matéria, não conseguimos contato com a defesa de citados.
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