
Os brasileiros iniciam 2026 pagando mais caro pelos combustíveis. Desde quinta-feira, 1º de janeiro, entrou em vigor o novo aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que incide sobre gasolina, diesel e gás de cozinha em todo o país.
O reajuste foi definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) em setembro de 2025 e representa o segundo aumento consecutivo do imposto. Em fevereiro do ano passado, os combustíveis já haviam registrado elevação da carga tributária.
Com a mudança, a gasolina teve acréscimo de R$ 0,10 por litro, passando a R$ 1,57. Já o diesel sofreu aumento de R$ 0,05 por litro, chegando a R$ 1,17. No caso do gás de cozinha, o reajuste foi de R$ 1,05 por botijão.
Segundo o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), os novos valores consideram os preços médios mensais dos combustíveis no mercado nacional.
Os cálculos se basearam em dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), comparando o período de fevereiro a agosto de 2025 com o mesmo intervalo de 2024. A atualização busca alinhar a arrecadação estadual às variações do mercado.
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