Denúncia grave aponta suposta cobrança de propina e pressão política sobre gestão municipal em Santo Amaro

Denúncias apontam suposta cobrança de “mesada” e pressão política sobre a gestão municipal

Foto: Reprodução

A cidade de Santo Amaro volta ao centro de denúncias envolvendo a política local. Desta vez, informações que circulam nos bastidores apontam para uma suposta prática de cobrança de vantagens indevidas por parte de alguns vereadores, além de possíveis irregularidades relacionadas a processos licitatórios e pressão sobre a atual gestão municipal.

Segundo a denúncia, parlamentares estariam exigindo aumento de valores que já seriam pagos mensalmente como espécie de “mesada”, passando de R$ 5 mil para R$ 10 mil. A suposta cobrança teria como alvo a administração do prefeito Flaviano Rohrs da Silva Bomfim (União Brasil), conhecido como Flaviano Bomfim.

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Eleito com o discurso de reorganização administrativa e moralização da máquina pública, Flaviano teria encontrado um cenário marcado por práticas herdadas de gestões anteriores. Desde o início do mandato, o prefeito vem atuando no ajuste das contas públicas, reorganização da receita e reestruturação interna da prefeitura.

Ainda conforme a denúncia, alguns vereadores teriam contraído empréstimos com empresários e prometido obras no município como forma de pagamento político. Caso confirmado, o caso se torna ainda mais grave, já que qualquer execução de obra pública depende de processo licitatório regular, obedecendo aos princípios legais da administração pública.

Santo Amaro já enfrentou episódios negativos no passado, com escândalos políticos, denúncias de corrupção e casos que colocaram o município nas páginas policiais. Por isso, novas acusações dessa natureza causam preocupação e exigem apuração rigorosa pelos órgãos competentes.

Não há, até o momento, qualquer informação de que o prefeito Flaviano Bomfim possua compromisso financeiro com empresários citados na denúncia. Segundo os relatos, eventuais dívidas seriam de responsabilidade exclusiva dos vereadores que teriam buscado recursos particulares prometendo obras públicas sem respaldo legal.

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