Os Correios fecharam o primeiro trimestre de 2026 com prejuízo de R$ 3,1 bilhões, alta de 82,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. A queda na receita, o aumento das despesas e os custos financeiros pressionaram as contas da estatal, que intensificou medidas de reestruturação para tentar voltar ao superávit em 2027.