Preso em Feira vira alvo de pedidos de visita íntima

Rumor sobre mulheres interessadas em visitar o estudante ganhou repercussão nas redes, mas não tem confirmação oficial.

Foto: Reprodução

Preso preventivamente sob suspeita de importunação sexual, o estudante de Educação Física Pedro Henrique Sales, de 21 anos, voltou a repercutir nas redes sociais. Desta vez, publicações afirmam que mulheres teriam demonstrado interesse em realizar visitas íntimas ao jovem na unidade prisional onde ele permanece custodiado.

A página Fortaleza Fofocas divulgou a informação, que rapidamente ganhou repercussão e provocou milhares de comentários. No entanto, até o momento, autoridades responsáveis pelo caso e a defesa do estudante não confirmaram oficialmente a existência desses supostos pedidos.

Rumor repercute nas redes sociais

Enquanto isso, a publicação abriu espaço para diferentes reações entre os internautas. Alguns demonstraram surpresa com o suposto interesse das mulheres. Outros, por sua vez, passaram a discutir casos em que pessoas desenvolvem admiração ou interesse afetivo por indivíduos envolvidos em investigações criminais de grande repercussão.

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Pedro Henrique Sales é investigado por um episódio ocorrido em 19/07/2026, em uma academia localizada dentro de um condomínio residencial em Feira de Santana. Segundo a investigação, imagens de câmeras de segurança registraram o estudante praticando um ato obsceno enquanto uma moradora realizava exercícios físicos no local.

A mulher gravava o próprio treino e, inicialmente, não teria percebido a conduta investigada. Posteriormente, o caso chegou às autoridades. Após permanecer foragido por alguns dias, Pedro Henrique foi preso. Em 27/07/2026, a Justiça converteu a prisão em preventiva e manteve o estudante à disposição do Judiciário.

Investigação continua em andamento

Depois da audiência de custódia, Pedro Henrique afirmou estar arrependido e pediu desculpas à mulher que aparece nas imagens analisadas durante a investigação. Ainda assim, a manifestação do estudante não encerra o caso, que continua sob apuração das autoridades competentes.

Dessa forma, a Justiça deverá analisar as provas reunidas no inquérito para decidir sobre a eventual responsabilidade criminal do investigado. Além disso, o rumor envolvendo supostos pedidos de visita íntima permanece sem confirmação oficial. Por isso, a informação deve ser tratada como uma alegação divulgada nas redes sociais, e não como um fato comprovado.

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