
Uma reportagem do UOL afirma que o advogado Ângelo Rezende, que atua para o senador Jaques Wagner, possui participação indireta na PKL One. A empresa detém os direitos de exploração do cartão consignado Credcesta, programa operado pelo Banco Master. Segundo a publicação, uma cadeia de fundos de investimento estabelece a ligação do advogado com a companhia.
Estrutura envolve pessoas próximas a Wagner
Além disso, o UOL afirma que a estrutura societária da PKL One reúne pessoas próximas ao senador. Entre elas aparece o empresário Augusto Lima, apontado pela reportagem como responsável pela empresa e citado em investigações da Polícia Federal devido à sua relação com Wagner.
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A publicação informa ainda que procurou Jaques Wagner, Ângelo Rezende, Augusto Lima e outros nomes mencionados na apuração. No entanto, segundo o veículo, eles não apresentaram resposta até a publicação da reportagem.
Contrato do Credcesta entrou no foco
Outro ponto destacado envolve o contrato do Credcesta na Bahia. Em 2018, a PKL One obteve um acordo de exclusividade de 15 anos com o governo estadual para administrar o programa. Naquele período, Wagner ocupava o cargo de secretário estadual de Desenvolvimento Econômico. Posteriormente, o contrato passou para o Banco Master.
Dessa forma, a relação entre a PKL One, o Credcesta e o Banco Master passou a integrar o contexto das investigações citadas pela reportagem sobre possíveis irregularidades. Ainda assim, até o momento, não há decisão judicial que atribua responsabilidade criminal a Jaques Wagner, Ângelo Rezende, Augusto Lima ou aos demais citados pelos fatos narrados na matéria.
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