
O Tribunal do Júri de Camaçari condenou José Valdir a 22 anos de prisão pelo assassinato de Jeilon Anjos. O julgamento aconteceu na quarta-feira (27/05/2026), no Fórum Clemente Mariani. Além disso, os jurados reconheceram o homicídio qualificado após analisarem as provas apresentadas durante a sessão.
Segundo a denúncia do Ministério Público da Bahia, o crime ocorreu em abril de 2016 no bairro Santo Antônio. De acordo com o processo, a confusão começou depois de uma discussão envolvendo telhas de zinco que estavam em um terreno abandonado. Enquanto isso, familiares da vítima tentavam resolver o desentendimento.
Discussão terminou em tiros
Ainda conforme a acusação, o pai de Jeilon Anjos pegou uma das telhas, momento em que José Valdir iniciou uma discussão ao afirmar que era dono do material. Pouco depois, o acusado sacou uma arma e efetuou pelo menos quatro disparos contra a vítima.
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Jeilon Anjos não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Por isso, o caso ganhou grande repercussão em Camaçari. Além disso, moradores do bairro Santo Antônio ficaram assustados com a violência registrada na época do crime.
Acusado ficou foragido
Durante o julgamento, a defesa sustentou que José Valdir agiu em legítima defesa. No entanto, os jurados rejeitaram a versão apresentada pelos advogados e decidiram pela condenação do réu. Dessa forma, a Justiça definiu a pena de 22 anos de prisão.
José Valdir permaneceu foragido desde 2016. Ainda assim, as autoridades localizaram o acusado em 2025, na cidade de Paulo Afonso. O conselho de sentença que participou do julgamento contou com seis homens e uma mulher.
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