
A Justiça da Bahia afastou o delegado da Polícia Civil Bruno Souza Ferrari das atividades em Teixeira de Freitas. Além disso, o juiz Rodrigo Quadros de Carvalho suspendeu o porte de arma do policial e proibiu o acesso a qualquer tipo de armamento. A decisão saiu na sexta-feira (8/05/2026).
Ao mesmo tempo, o magistrado determinou o recolhimento imediato da arma funcional e do distintivo do delegado. Por isso, a Corregedoria da Polícia Civil recebeu a missão de cumprir as medidas judiciais estabelecidas no processo.
Processo segue sob segredo de Justiça
Segundo informações obtidas pela reportagem, o caso envolve a advogada criminal e ex-esposa do delegado, Flávia Falquetto. No entanto, as autoridades ainda não divulgaram detalhes da investigação, já que o processo segue sob segredo de Justiça.
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Além disso, o juiz alertou que o descumprimento das medidas poderá provocar a decretação de prisão preventiva. Dessa forma, a Justiça exigiu o cumprimento imediato das restrições impostas ao delegado.
Polícia Civil ainda não se posicionou
Enquanto isso, a Polícia Civil da Bahia ainda não comentou oficialmente o caso. A Justiça encaminhou a decisão para a 8ª Coordenadoria Regional da Polícia Civil de Teixeira de Freitas, unidade onde Bruno Ferrari atua.
Ainda assim, o caso ganhou forte repercussão na região do extremo sul baiano, principalmente por envolver um delegado da Polícia Civil e uma advogada criminalista conhecida no município. O BP não conseguiu contato com a defesa do delegado até a publicação desta matéria, deixando o espaço aberto.
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