Brasil registra 665 casos de Mpox em 2026

Aumento de infecções no Rio de Janeiro reforça a vigilância da doença e a atenção às medidas de prevenção.

Foto: Débora F. Barreto-Vieira/IOC/Fiocruz

O Brasil contabilizou 665 casos de Mpox em 2026, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde na terça-feira (3/11/2026). Apesar da redução expressiva em relação a 2022, quando o país registrou 10.821 infecções, a doença continua exigindo atenção das autoridades sanitárias. Além disso, o aumento recente de casos no Rio de Janeiro reforçou a necessidade de vigilância epidemiológica.

A Mpox é uma doença causada por um vírus que pode provocar febre, dor de cabeça, dores musculares, aumento dos gânglios e lesões na pele. No entanto, os sintomas podem variar de uma pessoa para outra. As manifestações também podem surgir em diferentes partes do corpo, incluindo rosto, mãos, região genital e boca.

A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com lesões, fluidos corporais e secreções respiratórias durante contato próximo e prolongado. Além disso, o compartilhamento de objetos pessoais contaminados, como roupas de cama e toalhas, também pode representar risco. Por isso, as autoridades recomendam evitar o contato direto com pessoas que apresentem sintomas suspeitos.

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Prevenção e vigilância

Diante desse cenário, o Ministério da Saúde mantém o monitoramento da doença e acompanha a situação epidemiológica nos estados. Enquanto isso, as autoridades também reforçam a importância da vacinação para os grupos indicados pelas orientações oficiais. A disponibilidade da vacina e os critérios de elegibilidade devem ser consultados nos serviços de saúde.

Quem apresentar sintomas compatíveis com a Mpox deve procurar uma unidade de saúde para avaliação. Até receber orientação profissional, é importante evitar contato físico próximo e não compartilhar objetos pessoais. Dessa forma, a população contribui para reduzir o risco de transmissão e proteger pessoas mais vulneráveis.

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