
Vereadores de Santo Amaro criticaram, na segunda-feira (21/9/2026), o impasse envolvendo a antiga Fundição Tarzan e um empreendimento que, segundo os parlamentares, poderia gerar entre 250 e 300 empregos. Durante uma visita ao imóvel, o grupo cobrou uma solução para a área e questionou uma representação apresentada aos órgãos competentes.
Segundo os vereadores, a empresa que adquiriu o terreno em leilão enfrenta dificuldades para avançar com a instalação. Por isso, os parlamentares demonstraram preocupação com os possíveis impactos sobre a geração de trabalho e renda em Santo Amaro. O vereador Justino classificou a situação como lamentável e afirmou que o município precisa de novas oportunidades.
Vereadores cobram avanço do empreendimento
Durante a visita, os parlamentares também fizeram críticas públicas à atuação da vereadora envolvida no questionamento. Além disso, eles defenderam que a área receba um empreendimento capaz de movimentar a economia local. No entanto, a estimativa de 250 a 300 vagas citada pelo grupo representa uma previsão apresentada pelos vereadores, e não contratações já formalizadas.
Siga agora nosso Instagram e fique por dentro das principais notícias.
O presidente da Câmara, Kleber Feião, afirmou que o local poderia estar recebendo trabalhadores caso o impasse não tivesse ocorrido. Enquanto isso, Thiago do Depósito questionou a posição adotada no caso e relacionou a discussão à necessidade de ampliar as oportunidades de emprego na cidade. Outros parlamentares também participaram da manifestação realizada no imóvel.
A área da antiga Fundição Tarzan já esteve no centro de outra disputa sobre sua destinação. Em março de 2025, a Câmara aprovou a reversão da doação do terreno que havia sido destinado à Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). A mudança abriu caminho para a discussão sobre a utilização comercial do espaço e provocou manifestações relacionadas ao futuro do terreno.
Ainda assim, o caso permanece marcado por versões distintas. A vereadora questionada afirmou, em resposta às críticas, que sua atuação busca esclarecer a legalidade do processo envolvendo o imóvel e negou ser contrária à geração de empregos. Dessa forma, o impasse reúne discussões sobre investimento, trabalho, patrimônio público e a destinação da área.
Faça parte do Grupo Bahia Política no WhatsApp, se preferir entre em nosso canal no Telegram. Ouça também a nossa Rádio Bahia Política.

Seja o primeiro a comentar